Vídeo institucional precisa gerar desejo
Vídeo institucional é para gerar desejo, não para tirar dúvidas
Muitas empresas acreditam que, para um vídeo institucional ser "completo", ele precisa detalhar cada processo, listar cada certificação e apresentar todos os sócios. O resultado? Um espectador confuso, sobrecarregado de dados e, no fim, com mais dúvidas do que certezas sobre o que a marca realmente representa.
O papel do
vídeo institucional não é didático; é
aspiracional.
O excesso de informação gera ruído
Quando você tenta explicar o funcionamento técnico de um produto dentro de um vídeo institucional, você desvia o foco do espectador. O cérebro humano tem dificuldade em se emocionar e analisar dados técnicos simultaneamente.
- O Desejo nasce da identificação com o propósito e com a solução de um problema.
- A Dúvida nasce quando o espectador é bombardeado com detalhes que ele ainda não tem contexto para processar.
Se o seu vídeo levanta questões como
"Será que essa especificação serve para mim?" ou
"Como exatamente eles fazem aquela etapa da logística?", você parou de vender sua marca e começou a criar obstáculos mentais.
O efeito "Trailer de Cinema"
Imagine assistir ao trailer de um filme de ação e, no meio das cenas empolgantes, o diretor parasse para explicar como funcionam os efeitos especiais ou como foi feito o contrato de locação do set. O interesse morreria na hora.
O vídeo institucional deve funcionar da mesma forma:
- Atmosfera: Qual é o "clima" da sua empresa?
- Conflito: Que problema do mundo (ou do cliente) você resolve?
- Protagonista: Como o seu cliente se torna melhor ao escolher sua marca?
Deixe o "manual de instruções" para a área técnica. No vídeo institucional, a única pergunta que deve sobrar na cabeça do cliente é:
"Como eu faço para fazer parte disso?"
Como equilibrar a balança: Desejo vs. Informação
Para garantir que seu vídeo não se torne uma palestra técnica, siga estes três pilares:
1. Foque no benefício final, não no processo
Não mostre a máquina girando; mostre o que a máquina entrega. Não fale das 500 horas de treinamento da equipe; mostre o sorriso de quem é atendido por especialistas. O desejo é despertado pelo resultado.
2. Priorize o tom de voz e a estética
A trilha sonora, as cores e o ritmo da edição dizem mais sobre a sua marca do que qualquer locução institucional. Se a sua marca é ágil, o vídeo deve ser dinâmico. Se é de luxo, o vídeo deve ter respiro. A sensação que o vídeo deixa é o que fixa na memória.
3. Crie uma "Call to Action" (Chamada para Ação) clara
Se o vídeo criou desejo, o próximo passo precisa ser óbvio. Em vez de tentar responder tudo no vídeo, direcione o interessado: "Quer entender como nossa tecnologia se aplica ao seu caso? Fale com um consultor". É aqui que a dúvida é eliminada de forma personalizada.
Conclusão:
Menos explicação, mais conexão.
Se você tenta explicar tudo, você não comunica nada. Se você foca em construir uma marca forte e desejável, o seu cliente terá prazer em buscar as respostas técnicas depois.
Lembre-se: marcas apaixonantes não se explicam, elas se sentem.
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